"Faça o que dita o seu coração. Seu instinto de mãe é muito mais importante que mil teorias juntas. As teorias podem cair em desuso por ficarem fora de moda ou serem equivocadas. O instinto materno é o mesmo há centenas de anos. Ninguém no mundo pode ser, para seu filho, melhor mãe do que você." (Dr. Zalman Bronfman)
sexta-feira, 16 de março de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
ANTES QUE ELES CRESÇAM...
Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, e crescem sem pedir licença! Crescem como uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente. Um dia, sentam perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha, que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência organizada e desobediência civil. E agora você está ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais no volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins e cabelos soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos outros ou, então, com a blusa amarrada na cintura. Está quente, achamos que vão estragar a blusa, mas não tem jeito: é o emblema da geração.
Pois ali estamos, com os cabelos esbranquiçados. Esses são os filhos que conseguimos gerar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas das notícias e das ditaduras das horas. E eles crescem meio amestrados, observando nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e festas. Passou o tempo do balé, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante das próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer, para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências, entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Será que não os levamos suficientemente ao maldito PlayCenter, ao shopping, não lhes demos suficiente hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas? Talvez sim, mas será que dissemos a eles que os amávamos e o quanto eles eram importantes para nós?
2
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto. No princípio, subiam a serra ou iam à casa de
praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais e páscoas, piscina e amiguinhos. Sim, havia as brigas
dentro do carro, a disputa pela janela, pedidos de chiclete, sanduíches e cantorias infantis. Depois, chegou a idade
em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma e os
primeiros namorados. Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de
repente, morriam de saudades daquele "pestinhas". Os filhos crescem. E os pais também. Essa separação não é
perda, é desdobramento. Como árvores que necessitam de distância para poder expandir seus galhos sem se
engalfinhar num emaranhado de ramos e raízes que acabam enfraquecendo-se mutuamente: filhos necessitam
afastar-se para Ter a real dimensão de si mesmos e de seus pais. E à distância, paradoxalmente, podem acabar se
sentindo mais ligados e amados do que nunca. São ciclos de vida. E cada ciclo deve ser vivido intensamente. As
mudanças, embora difíceis, quando assumidas sadiamente, são um momento de enriquecimento de vida.
Textos Veja mais em: www.casaamarelafestas.com.br/proposta/textos
Antes que eles cresçam (Texto baseado nas crônicas de Affonso Romano de Sant'Anna)
Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, e crescem sem pedir licença! Crescem como uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente. Um dia, sentam perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha, que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência organizada e desobediência civil. E agora você está ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais no volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins e cabelos soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos outros ou, então, com a blusa amarrada na cintura. Está quente, achamos que vão estragar a blusa, mas não tem jeito: é o emblema da geração.
Pois ali estamos, com os cabelos esbranquiçados. Esses são os filhos que conseguimos gerar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas das notícias e das ditaduras das horas. E eles crescem meio amestrados, observando nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e festas. Passou o tempo do balé, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante das próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer, para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências, entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Será que não os levamos suficientemente ao maldito PlayCenter, ao shopping, não lhes demos suficiente hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas? Talvez sim, mas será que dissemos a eles que os amávamos e o quanto eles eram importantes para nós?
2
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto. No princípio, subiam a serra ou iam à casa de
praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais e páscoas, piscina e amiguinhos. Sim, havia as brigas
dentro do carro, a disputa pela janela, pedidos de chiclete, sanduíches e cantorias infantis. Depois, chegou a idade
em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma e os
primeiros namorados. Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de
repente, morriam de saudades daquele "pestinhas". Os filhos crescem. E os pais também. Essa separação não é
perda, é desdobramento. Como árvores que necessitam de distância para poder expandir seus galhos sem se
engalfinhar num emaranhado de ramos e raízes que acabam enfraquecendo-se mutuamente: filhos necessitam
afastar-se para Ter a real dimensão de si mesmos e de seus pais. E à distância, paradoxalmente, podem acabar se
sentindo mais ligados e amados do que nunca. São ciclos de vida. E cada ciclo deve ser vivido intensamente. As
mudanças, embora difíceis, quando assumidas sadiamente, são um momento de enriquecimento de vida.
Textos Veja mais em: www.casaamarelafestas.com.br/proposta/textos
Antes que eles cresçam (Texto baseado nas crônicas de Affonso Romano de Sant'Anna)
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Nossa que saudade daqui...
Tanta correria que o tempo passa e a gente não vê.
Nosso Natal foi maravilhoso, visitamos a casinha do Papai Noel e no dia da ceia Catarina se comportou como uma lady... participou do amigo-secreto e tudo... que linda!!
O mais legal foi quando ela abriu o presente no dia 25/12/12 de manhã... foi muito mágico... Ela acordou e viu o presente do Papai Noel em cima da sua cama. Imagina a cara da criança???
Ficou enlouquecida com aquele embrulho enorme... Foi demais!!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Image 37 of 50
"A minha alma chora, a minha alma ri. A minha alma voa, a minha alma aterra e fica dorida. A minha alma desperta, a minha alma adormece. A minha alma toca, a minha alma acontece. –Menina das lágrimas, não chores mais. Olha este rio de choro, cheio de pétalas de flores que aí se vão amontoando, viajando nesse teu pranto. Não chores menina das lágrimas. Deixa o choro para outro dia.A minha alma é menina das lágrimas e coro de risos. -Menina das lágrimas porque choras?- porque o mundo me comove. Sou sensível, sabias? -A que sabem as lágrimas menina? - Sabem a alívio, molham a face e lembram a água do mar. São salgadas, portanto. -Ai menina estás-me a dar vontade de chorar. Olha estou a ficar com o rosto húmido.Vem chorar comigo, a insatisfação constante da vida. (by josilene.bezerra)
"A minha alma chora, a minha alma ri. A minha alma voa, a minha alma aterra e fica dorida. A minha alma desperta, a minha alma adormece. A minha alma toca, a minha alma acontece. –Menina das lágrimas, não chores mais. Olha este rio de choro, cheio de pétalas de flores que aí se vão amontoando, viajando nesse teu pranto. Não chores menina das lágrimas. Deixa o choro para outro dia.A minha alma é menina das lágrimas e coro de risos. -Menina das lágrimas porque choras?- porque o mundo me comove. Sou sensível, sabias? -A que sabem as lágrimas menina? - Sabem a alívio, molham a face e lembram a água do mar. São salgadas, portanto. -Ai menina estás-me a dar vontade de chorar. Olha estou a ficar com o rosto húmido.Vem chorar comigo, a insatisfação constante da vida. (by josilene.bezerra)
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
"Há um momento especial que acontece na vida de toda pessoa, o momento para o qual ela nasceu. Quando aproveitada, essa oportunidade extraordinária faz com que a pessoa cumpra sua missão - uma missão para a qual somente ela tem as qualificações necessárias. Nesse momento, a pessoa encontra a grandeza. Esse é seu mais maravilhoso instante."
(Winston Churchill )
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
O sapo e a flor
O SAPO E A FLOR
(Por Marlene B. Cerviglieri)
Numa floresta muito grande e cheia de bichos, habitavam várias famílias de animais.
Desde insetos e até mesmos leões com suas leoas e filhotes.Todos cuidavam de suas vidas e da comida também. Os macacos eram os mais alegres, pois estavam sempre brincando e pulando de galho em galho, como se fosse uma festa.Os pássaros regiam a orquestra, pois entre tantos gritinhos, urros e barulhos dos bichos parecia mesmo uma grande orquestra.
Estava um dia o sapo tomando seu banho de sol, quando ouviu que lhe dirigiam a palavra.Logo abriu seus olhinhos procurando quem com ele estaria falando!
Eis que vê uma linda flor cor-de-rosa cheia de pintinhas...
Assim estava dizendo ela: - Nossa que coisa mais feia! Nunca vi um bicho tão feio!
- Que boca tão grande, que pele tão grossa...
- Parece até uma pedra, aí parada, sem valor nenhum.
- Ainda bem que sou formosa, colorida e até perfumada.
- Que triste seria ser um sapo!!!
O sapo que tudo ouvia ficou muito triste, pois sempre que via a flor, pensava:
- Que linda flor, tão perfumada, que cores lindas, alegra a floresta!
Mas a flor agora havia se mostrado dizendo tudo aquilo do sapo.
De repente surge o gafanhoto saltitante e vê a flor, mas não o sapo.
A flor, quando o percebeu, ficou tremendo em seu frágil caule.
- Meu Deus, que faço agora?
Vocês sabem que o gafanhoto gosta de comer as pétalas de qualquer flor que encontre, e ela seria assim sua sobremesa...
O sapo, quietinho, quietinho, não se mexeu, e quando o gafanhoto se aproximou da flor, nhac... o alcançou com sua língua.
A flor que já se havia fechado, pensando que iria morrer, abriu-se novamente não acreditando no que havia acontecido.
Mas dona árvore que desde o início a tudo assistia, falou muito energicamente e brava lá do seu canto:
- Pois é dona flor, veja como as aparências enganam.Tenho certeza que a senhora gostaria mais do elegante e magrinho gafanhoto. No entanto, veja como ele teria sido tão mau com a senhora!
Às vezes pensamos e dizemos coisas sobre nossos semelhantes que não são verdadeiras. Precisamos tomar muito cuidado com o que falamos, sabe por que?
- Não - dizia a flor ainda tremendo de susto.
- Todos nos somos diferentes, de formas diferentes, e até pensamos diferente.
- Você sabe que existem também outras formas de se falar?
- Não. Não sabia - disse a flor espantada com a sabedoria da árvore.
- Pois então minha pequena, da próxima vez que for falar de alguém, pense antes, pois este alguém poderia ser você.
- Agora agradeça ao seu amigo sapo o favor que ele lhe fez, e também conte aos outros o que aprendeu aqui hoje.
Com sua vozinha fraca a flor disse ao sapo:
- Meu amigo, você é, realmente, amigo. Agradeço-lhe ter me salvado do gafanhoto e prometo que nunca mais falarei de ninguém.
- Aprendi a lição e dona árvore me ensinou também.
Todos os bichos que estavam assistindo bateram palmas.
E assim amiguinhos, aqui fica a lição: somos todos iguais. Existem bons e maus, mas podemos escolher de que lado vamos ficar.....
(Por Marlene B. Cerviglieri)
Numa floresta muito grande e cheia de bichos, habitavam várias famílias de animais.
Desde insetos e até mesmos leões com suas leoas e filhotes.Todos cuidavam de suas vidas e da comida também. Os macacos eram os mais alegres, pois estavam sempre brincando e pulando de galho em galho, como se fosse uma festa.Os pássaros regiam a orquestra, pois entre tantos gritinhos, urros e barulhos dos bichos parecia mesmo uma grande orquestra.
Estava um dia o sapo tomando seu banho de sol, quando ouviu que lhe dirigiam a palavra.Logo abriu seus olhinhos procurando quem com ele estaria falando!
Eis que vê uma linda flor cor-de-rosa cheia de pintinhas...
Assim estava dizendo ela: - Nossa que coisa mais feia! Nunca vi um bicho tão feio!
- Que boca tão grande, que pele tão grossa...
- Parece até uma pedra, aí parada, sem valor nenhum.
- Ainda bem que sou formosa, colorida e até perfumada.
- Que triste seria ser um sapo!!!
O sapo que tudo ouvia ficou muito triste, pois sempre que via a flor, pensava:
- Que linda flor, tão perfumada, que cores lindas, alegra a floresta!
Mas a flor agora havia se mostrado dizendo tudo aquilo do sapo.
De repente surge o gafanhoto saltitante e vê a flor, mas não o sapo.
A flor, quando o percebeu, ficou tremendo em seu frágil caule.
- Meu Deus, que faço agora?
Vocês sabem que o gafanhoto gosta de comer as pétalas de qualquer flor que encontre, e ela seria assim sua sobremesa...
O sapo, quietinho, quietinho, não se mexeu, e quando o gafanhoto se aproximou da flor, nhac... o alcançou com sua língua.
A flor que já se havia fechado, pensando que iria morrer, abriu-se novamente não acreditando no que havia acontecido.
Mas dona árvore que desde o início a tudo assistia, falou muito energicamente e brava lá do seu canto:
- Pois é dona flor, veja como as aparências enganam.Tenho certeza que a senhora gostaria mais do elegante e magrinho gafanhoto. No entanto, veja como ele teria sido tão mau com a senhora!
Às vezes pensamos e dizemos coisas sobre nossos semelhantes que não são verdadeiras. Precisamos tomar muito cuidado com o que falamos, sabe por que?
- Não - dizia a flor ainda tremendo de susto.
- Todos nos somos diferentes, de formas diferentes, e até pensamos diferente.
- Você sabe que existem também outras formas de se falar?
- Não. Não sabia - disse a flor espantada com a sabedoria da árvore.
- Pois então minha pequena, da próxima vez que for falar de alguém, pense antes, pois este alguém poderia ser você.
- Agora agradeça ao seu amigo sapo o favor que ele lhe fez, e também conte aos outros o que aprendeu aqui hoje.
Com sua vozinha fraca a flor disse ao sapo:
- Meu amigo, você é, realmente, amigo. Agradeço-lhe ter me salvado do gafanhoto e prometo que nunca mais falarei de ninguém.
- Aprendi a lição e dona árvore me ensinou também.
Todos os bichos que estavam assistindo bateram palmas.
E assim amiguinhos, aqui fica a lição: somos todos iguais. Existem bons e maus, mas podemos escolher de que lado vamos ficar.....
Um dia me disseram que o amor de mãe aumenta a cada dia e é pura verdade!! Cada dia que passa fico mais apaixonada pela minha Catarina. Como é bom acordar e ver aquela gostosura de criança dormindo do meu lado.... Ser mãe é sem dúvida o maior dos sentimentos. Depois da Catarina me tornei uma pessoa melhor, menos ansiosa, mais flexível e sensível. Hoje minha pequena está com um ano e nove meses, linda e cheia de saúde graças a Deus. Obrigada Papai do Céu por me permitir desenvolver o melhor papel de minha vida: o de ser mãe...
Bjo com amor nessa boquinha com formato de coração!!!
TE AMO filha!!!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Poesia infantil
O Menino Azul
(Cecíli Meireles)
O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
— de tudo o que aparecer.
O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)
(Cecíli Meireles)
O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
— de tudo o que aparecer.
O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)
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parabéns papai!!! te amamos demais
Jady e Catarina
Passeio no Ciesp...
mamãe e filhinha
Almoço na Vila Vicentina
Cacá dodóizinha...
Beijoqueira
Jady e Catarina... irmãzinhas de berçário
minha cleópatra... rs
fala sério esse cabelo né?? rs
Aprsentação de final de ano na escolinha
Música - Bolinha de sabão
Puxa como eu amo amar você...
Amorzão
Uma tarde maravilhosa
Pesqueiro Angatu
Comemorando o Dia da Secretária no Boliche
Nossa equipe e a Catarina
Minha linda família...
Obrigada Papai do Céu!!!
mamãe e filhinha












